DANÇA CLÁSSICA
A técnica clássica é proposta como uma maneira de sentir, perceber e conhecer o corpo e seu funcionamento e não como um treinamento rígido imposto a ele. Ela é introduzida respeitando o processo individual e a constituição física de cada aluno. Visto por esse enfoque, o ballet é capaz de promover a consciência de padrões posturais inadequados e trabalhar o alinhamento ósseo-muscular, o relaxamento de tensões, o alongamento e o fortalecimento de musculaturas fracas, melhorando a postura e a coordenação.
ZÉLIA MONTEIRO estudou dança clássica e foi assistente de Maria Melô. Trabalhou por oito anos com Klauss Vianna, de quem também foi assistente. Em 1993 recebeu a “Bolsa Vitas de Artes” para pesquisa coreográfica realizada em Paris, onde residiu por quatro anos. Trabalhou como Mme. Marie Madelaine Béziers (Coordenação Motora), Yvone Berge (improvisação para crianças), Daria Fäin (Mathias Alexander) e com Ivaldo Bertazzo, quando voltou ao Brasil. Foi premiada pela APCA em 1987, 1988, 1992 e 1998. professora do curso de Comunicação das Artes do Corpo da PUC/SP.
FLÁVIA SCHEYE é brasileira, estudante do curso de Comunicação das Artes do Corpo – PUC/SP e bailarina clássica desde 1994.
Atua como professora de dança para crianças, desde 2005, no Clube Hebraica e participa do projeto idealizado e coordenado por Zélia Monteiro na instituição UNIBES onde atua como professora de balé e participa da formação de professores na pedagogia da escola italiana de ballet clássico. Professora de balé clássico para adultos iniciantes na Sala Crisantempo, desde 2006.
Participou do núcleo de improvisação orientado por Zélia Monteiro e do grupo de pesquisa em dança Núcleo Vermelho que apresentou o espetáculo TENTAME no evento Porta Aberta realizado no Espaço 7 e com curta temporada no CACS-USP no ano de 2005. Em 2006 se apresentou com o espetáculo de dança Se Eu Pudesse Mais Flores no Teatro Itália e com temporada no Tucarena. |